O caminho que deves apanhar é aquele que segue pelo centro – e apontava com a mão direita –, não o do facilitismo, o outro, aquele que ladeia aquelas árvores de folha caduca, não sei o nome, e que, lá mais à frente, sobe, sobe muito – …mas está cheio de espinhos e é pedregoso, questionava o filho –, eu sei, responde o pai, mas é nesse que deves seguir. Depois passa junto àquele precipício onde as encostas ora são áridas, ora vistosas, é ambíguo, eu sei, mas é esse o coração da vida. Lá à frente é estreito, parece muito estreito, trepida como uma corda bamba, eu sei, mas é esse o caminho da escola, parece apertado no início mas é amplo no fim.