segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Copenhaga - O mundo possível

O mundo possível, aquele que existirá quando eu não existir, será a resultante de quê? Será, ou não, o somatório das minúsculas vontades? Há, neste tempo, um padrão coerente, visível, que nos antecipa o “quadro terrível” que, realisticamente falando, pode vir a acontecer, ou teremos que resolver isto pela via da alegoria?

domingo, 29 de novembro de 2009

O futuro

Construam algo de novo, não me venham com modas, não me acenem com títulos académicos, de yuppies estou farto, cresçam, deixem-se de competências técnicas, humanizem-se,pensem. Abram alas, subam ao cimo dos montes e olhem o futuro distante não o imediato.

domingo, 22 de novembro de 2009

Insónia

Arredado o tempo de mais um nascimento, coloca-se-me novamente a questão. Faz sentido escrever? Uma coisa é certa, não pretendo intervir socialmente. Mas, porque escrevo sobre a sociedade, sobre o passado e o futuro, porque será que não consigo encontrar inspiração em locais fantásticos, personagens bonitas, de outros mundos? Ou então nos futebóis, nas encrencas políticas… Sinceramente!, não acho que o escritor tenha qualquer função, não partilho do conceito de que o escritor deva assumir compromissos sociais, mas há um impulso, se calhar alienante, que me impele a escrever sobre a sociedade em geral, de encontrar no passado as forças do futuro. É estranho. Não o entendo.

terça-feira, 10 de novembro de 2009