segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
A alma das fragas
Eu!, não esqueço que venho das entranhas da terra, da gélida escuridão, eu!, não esqueço que nasci no milagroso e caótico inferno do princípio dos tempos.
Depois!, depois fiz-me, tal como tu, mero mortal, ascendi à superfície, lentamente, moldaram-me forças que tu próprio desconheces. Não penses que 100 anos é muito tempo. Foi apenas há dois dias que vi nascer o sol pela primeira vez. Foi ontem que, pela primeira vez, senti este teimoso vento na face. Desde ontem que este musgo, esta vida que me cobre, cria em mim uma energia transbordante que tu teimas em não compreender.
Não!, não sou mero aglomerado de quartzo, feldspato e mica.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Copenhaga - O mundo possível
O mundo possível, aquele que existirá quando eu não existir, será a resultante de quê? Será, ou não, o somatório das minúsculas vontades? Há, neste tempo, um padrão coerente, visível, que nos antecipa o “quadro terrível” que, realisticamente falando, pode vir a acontecer, ou teremos que resolver isto pela via da alegoria?
domingo, 29 de novembro de 2009
O futuro
Construam algo de novo, não me venham com modas, não me acenem com títulos académicos, de yuppies estou farto, cresçam, deixem-se de competências técnicas, humanizem-se,pensem. Abram alas, subam ao cimo dos montes e olhem o futuro distante não o imediato.
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