segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Sabe-me bem

Serei sempre difícil de entender. Apesar do dia cinzento que se adivinha, hoje, sinto-me bem comigo. Estou num dia em que não vejo abismos, nuvens negras, contradições nem frustrações. Hoje, sabe-me bem pairar em mim, perder-me no tempo. Embrenhar-me nos livros escritos e deixar voar as horas, aconchegar-me no seu regaço, apoiar-me nas suas ideias. Sabe-me bem reler, trecho a trecho, tudo quanto tenho escrito.
Hoje, apetece-me fugir. Não para África, ou Egipto, que não conheço e que desejo conhecer. Hoje apetece-me fugir, refugiar-me na Caverna, permitir que as sombras da aparência da minha alegoria deambulem livremente e libertas de preconceitos, deixar entrar a luz, ascender à verdade.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Rui Reininho e Rodrigo Leão

Fermento de Liberdade

Apresentações:

- FNAC de Santa Catarina no Porto, no dia 26 de Janeiro de 2012 (quinta-feira), pelas 18H00;
- Auditório da Biblioteca Municipal Dr. Júlio Teixeira, em Vila Real, no dia 28 de Janeiro de 2012 (sábado), pelas 16h00.

Aparece!

Saber mais.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Falta de saber

O pensamento é, sem sombra de dúvida, o ruminar constante da condição humana, um mumúrio permanente, ruído de fundo cerebral do nosso Big Bang: o nosso nascimento. Quando assim o entendo e em simultâneo tento compreender as razões do escrever que, no fundo, não passa da sistematização do pensamento e das emoções de cada um de nós, parece-me um ato inútil, sem razão de existir. Que têm os outros a ver com a vida mental de cada um de nós? Nada! Absolutamente nada.
Por outro lado, nesta agitação maníaca constante, acabo por encontar a fórmula de controlo das emoções perturbadodoras. É, quase, como uma cirurgia, um corte entre as emoções e o pensamento.